Experiência do cliente, coordenação e estratégia na base da expansão internacional de empresas

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Expandir uma operação para outros países envolve uma sequência de decisões que começa na definição dos objetivos do negócio e alcança questões tributárias, regulatórias e operacionais. À medida que uma empresa amplia sua presença geográfica, ela passa também a lidar com diferentes legislações, estruturas fiscais, parceiros locais e formas de organização. Coordenar essas dimensões é parte fundamental da própria expansão e um desafio intrínseco dessa jornada. Para tanto, o suporte estratégico é indispensável.


Um exemplo que ilustra este cenário é o de um cliente do escritório da Kreston KBW Auditores no Brasil. O case envolve uma companhia brasileira de médio porte do setor de esporte e entretenimento, com atuação em diferentes frentes e uma trajetória de crescimento que passou a incluir a internacionalização de suas operações. Atualmente, a empresa está presente nos Estados Unidos, Equador, Argentina, Paraguai e Chile, a partir de um movimento que ampliou a complexidade de sua estrutura e exigiu uma coordenação cada vez mais complexa.


Para sustentar esse movimento, a expansão foi estruturada com foco em eficiência tributária, governança e contou com o suporte completo da Kreston na intermediação, revisão e acompanhamento dos escritórios envolvidos em cada operação, além de assessoria e consultoria em todas as etapas do processo.

Coordenação é parte da estratégia de expansão

Cada país acrescenta à operação de uma empresa um conjunto próprio de regras e procedimentos. E, para uma empresa que atua simultaneamente em cinco mercados, é preciso acompanhar essas especificidades sem perder a capacidade de enxergar sua estrutura internacional como um conjunto integrado.

A escolha dos parceiros locais, a circulação de informações entre eles e a comunicação com a operação brasileira passam a ter importância para a própria gestão do negócio, ao passo que a definição desses parceiros também está diretamente relacionada à experiência da empresa durante a expansão.


Sobre esse ponto, uma pesquisa da Kreston Global com executivos brasileiros mostra que 50% apontaram encontrar os parceiros locais certos, capazes de estabelecer relações confiáveis, como um dos principais desafios do processo de internacionalização. O dado ajuda a dimensionar o papel que a rede de suporte pode desempenhar quando uma empresa passa a administrar operações em diferentes países, abarcando também a relação com os escritórios responsáveis por questões tributárias, contábeis, regulatórias e de auditoria.

É um desafio esperado, já que, na medida em que novos mercados são incorporados, aumentam também o número de interlocutores, as demandas locais e a quantidade de decisões que precisam ser tomadas.

Para superar essas complexidades, um modelo de atendimento próximo permite acompanhar a evolução da empresa e compreender suas necessidades conforme a operação ganha novas dimensões. Essa lógica se relaciona, por exemplo, ao programa da Kreston KiceX (Kreston International Client Experience), que busca fortalecer o relacionamento com clientes assessorados em processos de internacionalização.

Em uma expansão, esse acompanhamento é crucial para integrar a realidade da empresa às demandas de suas operações em outras nações.


Para os negócios que avaliam a entrada em novos mercados, a experiência de nossa rede apoia organizações de diferentes portes a construir uma operação internacional capaz de incorporar as particularidades de cada país e, ao mesmo tempo, preservar uma estratégia comum, combinando conhecimento local, coordenação global, proximidade e visão estratégica.


Com isso, buscamos atender com excelência clientes que desejam crescer além de suas fronteiras, oferecendo as conexões e a experiência necessárias para transformar uma estratégia de internacionalização em uma operação sustentável.